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10 de out de 2011

AVALIAÇÃO DE LÍNGUA PORTUGUESA


AVALIAÇÃO MENSAL DE LÍNGUA PORTUGUESA
Eixo Temático: Leitura e interpretação de textos de diferentes gêneros
Nome:                                                                Nº:                 Série:                  Data:
Professora:
Escola

Leia os textos abaixo e responda as questões.
D13 – Identificar as marcas lingüísticas que evidenciam o locutor e o interlocutor de um texto.
Luz sob a porta
— E sabem que que o cara fez? Imaginem só: me deu a maior cantada! Lá, gente, na porta de minha casa! Não é ousadia demais?
— E você? 
— Eu? Dei telogo e bença pra ele; engraçadinho, quem ele pensou que eu era?
— Que eu fosse.  — Quem tá de copo vazio aí?
— Vê se baixa um pouco essa eletrola, quer pôr a gente surdo?
     (VILELA, Luiz. Tarde da noite. São Paulo: Ática, 1998. p. 62.)
QUESTÃO 1-O padrão de linguagem usado no texto sugere que se trata de um falante
(A) escrupuloso em ambiente de trabalho.
(B) ajustado às situações informais.
(C) rigoroso na precisão vocabular.
(D) exato quanto à pronúncia das palavras.
(E) contrário ao uso de expressões populares.
D2 – Estabelecer relações entre partes de um texto, identificando repetições ou substituições que contribuem para a continuidade de um texto.
A CIÊNCIA É MASCULINA?         Attico Chassot
    O autor procura mostrar que a ciência não é feminina. Um dos maiores exemplos que se pode dar dessa situação é o prêmio Nobel, em que apenas 11 mulheres de ciências foram laureadas em 202 anos de premiação. O livro apresenta duas hipóteses, uma histórica e outra biológica, para a possível superação do machismo em frase como a de Hipócrates (460-400 a.C.) considerado o pai da medicina, que escreveu: “A língua é a última coisa que morre em uma mulher”.         Revista GALILEU, Fevereiro de 2004
QUESTÃO 2-A expressão “dessa situação” (? . 2) refere-se ao fato de
(A) a ciência não ser feminina.
(B) a premiação possuir 202 anos.
(C) a língua ser a última coisa que morre em uma mulher.
(D) o pai da medicina ser Hipócrates.
(E) o Prêmio Nobel foi concedido a 11 mulheres.
D11 – Estabelecer relação causa/conseqüência entre partes e elementos do texto.
A FADIGA DA INFORMAÇÃO (FRAGMENTO)
    Há uma nova doença no mundo: a fadiga da informação. Antes mesmo da Internet, o problema já era sério, tantos e tão velozes eram os meios de informação existentes, trafegando nas asas da eletrônica, da informação, dos satélites. A Internet levou o processo ao apogeu, criando a espécie dos internautas e estourando os limites da capacidade humana de assimilar os conhecimentos e os acontecimentos dessemundo. Pois os instrumentos de comunicação se multiplicam, mas o potencial de captação humana – do ponto de vista físico, mental e psicológico – continua restrito. Então, diante do bombardeio crescente de informações, a reação de muitos tende a tornar-se doentia: ficam estressados, perturbam-se e perdem a eficiência no trabalho.     Já não se trata de imaginar como esse fenômeno possa ocorrer. Na verdade, a síndrome da fadiga da informação está em plena evidência, conforme pesquisa recente nos Estados Unidos, na Inglaterra e em outros países, junto a 1300 executivos. Entre os sintomas da doença apontam-se a paralisia da capacidade analítica, o aumento das ansiedades e das dúvidas, a inclinação para decisões equivocadas e até levianas.
MARZAGÃO, Augusto. In: DIMENSTEIN, Gilberto. Aprendiz do futuro:  São Paulo: Editora Ática, 1999.
QUESTÃO 3-A síndrome da fadiga da informação ocorre porque
(A) a internet é muito rápida nas informações que veicula.
(B) a captação humana de informações é restrita e a oferta é infinita.
(C) os meios de informação geram ansiedade em seus usuários.
(D) os instrumentos de comunicação conduzem a decisões erradas.
(E) a capacidade humana se paralisa dado o volume de conhecimento.
D12 – Identificar a finalidade de textos de diferentes gêneros.
A SOMBRA DO MEIO-DIA
    A Sombra do Meio-Dia é o belo título de um romance lançado recentemente, de autoria do diplomata Sérgio Danese. O livro trata da glória (efêmera) e da desgraça (duradoura) de um ghost-writer, ou redator-fantasma – aquele que escreve discursos para outros. A glória do ghost-writer de Danese adveio do dinheiro e da ascensão profissional e social que lhe proporcionaram os serviços prestados ao patrão – um ricaço feito senador e ministro, ilimitado nas ambições e limitado nos escrúpulos como soem ser as figuras de sua laia. A desgraça, da sufocação de seu talento literário, ou daquilo que gostaria que fosse talento literário, posto a serviço de outrem, e ainda mais um outrem como aquele. As exigências do patrão, aos poucos, tornam-se acachapantes. Não são apenas discursos que ele encomenda. É uma carta de amor a uma bela que deseja como amante. Ou um conto, com que acrescentar, às delícias do dinheiro e do poder, a glória literária. Nosso escritor de aluguel vai se exaurindo. É a própria personalidade que lhe vai sendo sugada pelo insaciável senhorio. Na forma de palavras, frases e parágrafos, é a alma que põe em continuada venda.
    Roberto Pompeu de Toledo, Revista VEJA, ed.1843, 3 de março de 2004.
QUESTÃO  4-O texto foi escrito com o objetivo de
(A) conscientizar o leitor.
(B) apresentar sumário de uma obra.
(C) opinar sobre um livro.
(D) dar informações sobre o autor.
(E) narrar um fato científico.

D27 – Diferenciar as partes principais das secundárias em um texto.
QUESTÃO 5-O fragmento que contém a informação principal do texto é
(A) “A Sombra do Meio-Dia [..] diplomata Sério Danese.”(l. 1-2)
(B) “O livro trata da glória (efêmera) e da desgraça (duradoura) de um ghostwriter.” (l.2-3)
(C) “Não são apenas discursos que ele encomenda.” (l. 10)
(D) “Nosso escritor de aluguel vai se exaurindo.” (l. 12)
(E) “Na forma de palavras [...] é a alma que põe em continuada venda.” (l. 13-14)
D6 – Identificar o tema de um texto.
RETRATO
Eu não tinha este rosto de hoje, assim calmo, assim triste, assim magro,
nem estes olhos tão vazios, nem o lábio amargo .Eu não tinha estas mãos sem força,  tão paradas e frias e mortas;
eu não tinha este coração  que nem se mostra
.Eu não dei por esta mudança, Tão simples, tão certa, tão fácil:
— Em que espelho ficou perdida
a minha face?
Cecília Meireles: poesia, por Darcy Damasceno. RJ: Agir,
Questão6-O tema do texto é
(A) a consciência súbita sobre o envelhecimento.
(B) a decepção por encontrar-se já fragilizada.
(C) a falta de alternativa face ao envelhecimento.
(D) a recordação de uma época de juventude.
(E) a revolta diante do espelho.
D21 – Reconhecer posições distintas entre duas ou mais opiniões relativas ao mesmo fato ou ao mesmo tema.
QUANDO A SEPARAÇÃO NÃO É UM TRAUMA
A Socióloga Constance Ahrons, de Wisconsin, acompanhou por 20 anos um grupo de 173 filhos de divorciados. Ao atingir a idade adulta, o índice de problemas emocionais
nesse grupo era equivalente ao dos filhos de pais casados. Mas Ahrons observou que eles "emergiam mais fortes e mais amadurecidos que a média, apesar ou talvez por causa dos divórcios e recasamentos de seus pais". (...) Outros trabalhos apontaram para conclusões semelhantes. Dave Riley, professor da universidade de Madison, dividiu os grupos de divorciados em dois: os que se tratavam civilizadamente e os que viviam em conflito. Os filhos dos primeiros iam bem na escola e eram tão saudáveis emocionalmente quanto os filhos de casais "estáveis". (...) Uma família unida é o ideal para uma criança, mas é possível apontar pontos positivos para os filhos de separados. "Eles amadurecem mais cedo, o que de certa forma é bom, num mundo que nos empurra para uma eterna dependência.”            
REVISTA ÉPOCA, 24/1/2005, p. 61-62. Fragmento
Questão 7-No texto, três pessoas posicionam-se em relação aos efeitos da separação dos pais sobre
os filhos: uma socióloga, um professor e o próprio autor. Depreende-se do texto que
(A) a opinião da socióloga é discordante das outras duas.
(B) a opinião do professor é discordante das outras duas.
(C) as três opiniões são concordantes entre si.
(D) o autor discorda apenas da opinião da socióloga.
(E) o autor discorda apenas da opinião do professor.

D15 – Estabelecer relações lógico-discursivas presentes no texto, marcadas por conjunções, advérbios, etc.
ANEDOTINHAS
De manhã, o pai bate na porta do quarto do filho:  — Acorda, meu filho. Acorda,  que está na hora de você ir para o colégio. Lá de dentro, estremunhando, o filho respondeu:
— Ai, eu hoje não vou ao colégio. E não vou por três razões: primeiro, porque eu estou morto de sono; segundo, porque eu detesto aquele colégio; terceiro, porque eu não agüento mais aqueles meninos.
E o pai responde lá de fora:
— Você tem que ir. E tem que ir, exatamente, por três razões: primeiro, porque você tem um dever a cumprir; segundo, porque você já tem 45 anos; terceiro, porque você  é o diretor do colégio. 
 Anedotinhas do Pasquim. Rio de Janeiro: Codecri, 1981. p.8
QUESTÃO8-No trecho “Acorda, que está na hora de você ir para o colégio” (l . 2), a palavra sublinhada estabelece relação de
(A) adição.
(B) alternância.
(C) conclusão.
(D) explicação.
(E) oposição.