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25 de jul de 2012

Avaliação de Língua Portuguesa Com matriz de referência

E.E.”Dr. JOAQUIM VILELA”
AVALIAÇÂO DE PORTUGUÊS / 2012                               
ALUNO (A):________________Nº___               SÉRIE:
 PROFESSOR: ____________                           VALOR: _____                                                                                                              
                                                                                                      BOA SORTE!!!
Leia:
ESSA VELHINHA
 - Desculpe entrar assim sem pedir licença...
- Doença!
- Não,... quem está doente?
- Mas quem está doente?
- Não – Sorriu o homem -, a senhora entendeu errado.
- Resfriado?
- Ora... quer dizer... bem, eu estava lá fora e ...
- Xi! Catapora?
- Senhora, por favor não confunda...
- Caxumba!!! Cuidado, menino, isso é perigoso... Sabe, sei fazer um chazinho muito bom pra caxumba.
01. Os pontos de exclamação em Caxumba!!!, exprimem:
(A) Entusiasmo.
(B) Dor.
(C) Espanto.
(D) Tristeza.


Leia
DICAS PARA PREVENIR DORES NAS COSTAS
Para não agredir a coluna, é preciso evitar movimentos bruscos, ao levantar pela manhã. Espreguiçar e usar os braços para suspender o tronco, enquanto apóiam-se os pés no chão, são atividades indicadas.
02.   Essa “dica” aconselha o leitor a evitar:
(A) Andar de tamancos ou chinelos.
(B) Engordar demais.
(C) Levantar-se da cama repentinamente.
(D) Usar colchões muito duros ou macios demais.
Leia
A GANSA DOS OVOS DE OURO   (Fábula de Esopo recontada por Ana Maria Machado)
 Era uma vez um casal de camponeses que tinha uma gansa muito especial. De vez em quando, quase todo dia, ela botava um ovo de ouro. Era uma sorte enorme, mas em pouco tempo ele começaram achar que podiam ficar muito mais ricos se ela pusesse um ovo daqueles por hora ou a todo o momento que eles quisessem.
Falavam nisso sem parar, imaginando o que fariam com tanto ouro.
- Que bobagem a gente ficar esperando que todo dia saia dessa gansa um pouquinho... Ela deve ter dentro dela um jeito especial de fabricar ouro. Isso era o que a gente precisava.
- Isso mesmo. Deve ter uma maquininha, um aparelho, alguma coisa assim. Se a gente pegar pra nós, não precisa mais da gansa.
- E... Era melhor ter tudo de uma vez. E ficar muito rico.
E resolveram matar a gansa para pegar todo o ouro.
Mas dentro não tinha nada diferente das outras gansas que eles já tinham visto – só carne, tripa, gordura...
E eles não pegaram mais ouro. Nem mesmo ganharam um ovo de ouro, nunca mais.
   03.  A palavra Isso marcada no texto se refere a:

(A) Um pouquinho de tempo de que o casal precisava para cuidar da gansa.
(B) A bobagem de achar que dentro da gansa tinha ouro.
(C) Um modo de produzir ouro.
(D) Uma maneira menos cruel de matar a gansa.

Leia
Prezado senhor,
A primeira coisa que me vem à cabeça para lhe dizer hoje não é muito original...
No entanto, se estas palavras pecam pela falta de originalidade, não pecam pela falta de sinceridade:
Feliz Aniversário!
 O meu sentimento mais puro é para que você possa realizar, nos anos vindouros, todos os seus projetos mais caros e preciosos, pois isso é o mínimo que uma pessoa justa e honesta como você merece.
 Saiba que eu me sinto muito privilegiada por ser subordinada a alguém tão bom e sensível, que não se vale de hierarquia para humilhar ou ser arrogante com os outros profissionais.
 Por tudo isso que você é, receba os meus mais sinceros votos de felicidade e o meu desejo de que o seu dia de aniversário transcorra em paz e alegria. Um Abraço.        Rosângela
04.   Nesse texto, os interlocutores são:

(A) Chefe e funcionária.
(B) Namorado e namorada.
(C) Pai e filho.
(D) Professor e aluno.
  Leia
05.  O desespero da mãe do Menino Maluquinho se justifica pela:

(A) Pergunta do Menino Maluquinho.
(B) Ação do Menino Maluquinho.
(C) Maldade do Menino Maluquinho.
(D) Distração do Menino Maluquinho.
Leia
RECEITAS DA VOVÓ
 Lembra aquela receita que só sua mãe ou sua avó sabem fazer? Pois saiba que, além de gostoso, esse prato é parte importante da cultura brasileira. É verdade. Os cadernos de receita são registros culturais. Primeiro, porque resgatam antigas tradições, seja familiares ou étnicas. Além disso, mostram como se fala ou se falava em determinada região. E ainda servem como passagens de tempo, chaves para alcançarmos memórias emocionais que a gente nem sabia que tinha (se você se lembrou do prato que sua avó ou sua mãe fazia, você sabe do que eu estou falando).
06.   A tese defendida pelo autor do texto é de que as receitas culinárias:
(A) Fazem com que lembremos a nossa infância.
(B) Resgatam nossas tradições familiares ou étnicas.
(C) São as que só nossas mães ou avós conhecem.
(D) São uma parte importante da cultura brasileira.
 Leia  
AS ENCHENTES DE MINHA INFÂNCIA
Sim, nossa casa era muito bonita, verde, com uma tamareira junto à varanda, mas eu invejava os que moravam do outro lado da rua, onde as casas dão fundos para o rio. Como a casa dos Martins, como a casa dos Leão, que depois foi dos Medeiros, depois de nossa tia, casa com varanda fresquinha dando para o rio. Quando começavam as chuvas a gente ia toda manhã lá no quintal deles ver até onde chegara a enchente. As águas barrentas subiam primeiro até a altura da cerca dos fundos, depois às bananeiras, vinham subindo o quintal, entravam pelo porão. Mais de uma vez, no meio da noite, o volume do rio cresceu tanto que a família defronte teve medo.
Então vinham todos dormir em nossa casa. Isso para nós era uma festa, aquela faina de arrumar camas nas salas, aquela intimidade improvisada e alegre. Parecia que as pessoas ficavam todas contentes, riam muito; como se fazia café e se tomava café tarde da noite! E às vezes o rio atravessava a rua, entrava pelo nosso porão, e me lembro que nós, os meninos, torcíamos para ele subir mais e mais. Sim, éramos a favor da enchente, ficávamos tristes de manhãzinha quando, mal saltando da cama, íamos correndo para ver que o rio baixara um palmo – aquilo era uma traição, uma fraqueza do Itapemirim. Às vezes chegava alguém a cavalo, dizia que lá, para cima do Castelo, tinha caído chuva muita, anunciava águas nas cabeceiras, então dormíamos sonhando que a enchente ia outra vez crescer, queríamos sempre que aquela fosse a maior de todas as enchentes. BRAGA, Rubem. Ai de ti, Copacabana. 3. ed. Rio de Janeiro: Editora do Autor, 1962. p. 157.
07. A expressão que revela uma opinião sobre o fato “... vinham todos dormir em nossa casa” (ℓ. 10), é

(A) “Às vezes chegava alguém a cavalo...”
(B) “E às vezes o rio atravessava a rua...”
(C) “e se tomava café tarde da noite!”
(D) “Isso para nós era uma festa...”
Leia
Eu não sei como começou todo este papo de Lobo Mau, mas está completamente errado.
Talvez seja por causa de nossa alimentação. Olha, não é culpa minha se os lobos comem bichinhos engraçadinhos como coelhos e porquinhos. É apenas nosso jeito de ser. Se os cheeseburgers fossem uma gracinha, todos iam achar que você é Mau.
08. O narrador da história é o:
(A) Porquinho.
(B) Coelhinho.
(C) Homem.
(D) Lobo Mau.
Leia
Passaram-se dois dias e dois ladrões tentaram entrar na nossa casa. Um ficou do lado de fora enquanto o outro pulou o muro. Eu, que sempre fui muito esperta, já estava alerta; quando ele entrou e me viu correr para impedi-lo, seu sangue gelou nas veias, pois sou muito grande e forte (30 cm de altura).

09. Nesse trecho o efeito de ironia é causado:
(A) Pela reação do ladrão ao encontrar uma cadela na casa.
(B) Pela velocidade com que a cadela avançou sobre o ladrão.
(C) Pelo contraste entre o tamanho da cadela e sua caracterização.
(D) Pelo número de dias decorridos até os ladrões aparecerem.

Escola Estadual
Matriz de Referência
Professor:
Disciplina: Língua Portuguesa
Data: Valor: Bimestre: Turma:
Conteúdo (Tópicos): Leitura e Compreensão de textos
Nº da Questão
Questão Correta
Valor da Questão
Habilidade
Nº de alunos que erraram a questão
01
C

Reconhecer o efeito de sentido decorrente do uso de pontuação e de outras notações. (D21)

02
C

Inferir informações implícitas em um texto. (D3)

03
C

Reconhecer o efeito de sentido decorrente do uso de recursos ortográficos e morfossintáticos. (D25)

04
A

Identificar marcas linguísticas que evidenciam o locutor e o interlocutor de um texto. (D13)

05
B

Interpretar texto que conjuga linguagem verbal e não-verbal. (D8)

06
D

Identificar a tese de um texto. (D14)

07
D

Distinguir um fato da opinião relativa a esse fato. (D10)

08
D

Identificar o conflito gerador do enredo e os elementos que compõem a narrativa. (D19)

09
C

Identificar efeitos de ironia ou humor em textos. (D23