ATENÇÃO



Querido companheiro de profissão, se você se interessar por alguma postagem e não conseguir uma boa impressão envie-me e-mail que ficarei feliz em compartilhar. Abraço.
profclaugeo@yahoo.com.br

Atividades de Historia e Geografia

Nos sites abaixo você encontra todos os meus arquivos em doc word.

Visite


Entre para o grupo

Curriculo Básico Comum(CBC)

Encontre aqui o CBC, Orientações pedagógicas para suas aulas e Roteiros de atividades.
Clique no link abaixo:
http://crv.educacao.mg.gov.br/sistema_crv/index2.aspx??id_objeto=23967

25 de jul de 2012

Trabalho de Língua Portuguesa Interpretação de Musica

O SILÊNCIO
antes de existir computador existia tevê
antes de existir tevê existia luz elétrica
antes de existir luz elétrica existia bicicleta
antes de existir bicicleta existia enciclopédia
antes de existir enciclopédia existia alfabeto
antes de existir alfabeto existia a voz
antes de existir a voz existia o silêncio
o silêncio
foi a primeira coisa que existiu
um silêncio que ninguém ouviu
astro pelo céu em movimento
e o som do gelo derretendo
o barulho do cabelo em crescimento
e a música do vento
e a matéria em decomposição
a barriga digerindo o pão
explosão de semente sob o chão
diamante nascendo do carvão
homem pedra planta bicho flor
luz elétrica tevê computador
batedeira, liquidificador
vamos ouvir esse silêncio meu amor
amplificado no amplificador
do estetoscópio do doutor
no lado esquerdo do peito, esse tambor  (Arnaldo Antunes)

01) O texto apresenta uma gradação de invenções humanas.
a)    Enumere-as na ordem em que teriam surgido.
b)    Releia o texto identificando a última invenção. Já houve outras após a citada? Justifique sua resposta:

02) Observe o verso "o silêncio que ninguém ouviu". Neste verso há:
(a) paradoxo                        (b) metáfora
(c) pleonasmo                     (d) antítese
(e) personificação

03) Justifique a sua resposta dada à questão anterior:

04) Cite dois pontos negativos e dois positivos em relação à tecnologia:

05) Por que às vezes o silêncio é muito importante em nossas vidas? Use bons argumentos:

06) O poeta faz uma comparação no último verso do texto. A que o termo "tambor" está sendo comparado?

07) O que, de acordo com a letra, foi a primeira coisa que existiu?

08) Qual é o processo de formação da palavra “tevê”?

09) Qual o tema dessa canção? Explique sua resposta:

10) Das coisas que já existiram qual é a que mais faz falta para você?
11) O que você entende do verso “Antes de existir a luz elétrica existia bicicleta”?

12) Que outro título você daria à canção?

13) O poeta faz uma gradação em ordem decrescente das coisas, começando pelo computador, que hoje domina o mundo, até chegar ao silêncio, o início de tudo. Na sua opinião, qual é a intenção do poeta com isso?

14) Que mensagem a letra de música nos passa?

15) O que o eu lírico critica e o que ele valoriza?

16) No texto predomina sintagmas nominais ou verbais? Por que será?

17) “Antes de existir computador existia tevê
      antes de existir tevê existia luz elétrica..."

Agora é com você: complete de forma coerente:

Antes de existir tevê existia..................
antes de existir bicicleta existia.............
antes de existir enciclopédia existia.........
antes de existir alfabeto existia..............
antes de existir a voz existia..................

Antes de existir.............existia.............
antes de existir ........... existia .............
antes de existir ............existia .............
antes de existir ............existia..............

18) Explique o que o verso “O silêncio que ninguém ouviu” significa para você:

19) No verso “E o som do gelo derretendo”, temos:
(a) metonímia;                    (b) sinestesia;
(c) comparação;                (d) pleonasmo;
(e) hipérbole;

20) Copie da canção alguns verbos no gerúndio e explique o efeito disso para o texto:




DE REPENTE

Olhei, não via ela há muito tempo
Ah! quanto tempo faz? Nem me lembro mais
Então, pensei na vida que há algum tempo eu deixei pra trás
Não me deixa em paz, se não
Por quê?
Ainda aquele tempo dentro
Entra e sai
Volta, vem e vai, sem acabar
Mas tempo passou
O tempo passou!
E agora eu sei
O que eu passei cantei
Contei, estrelas mil no firmamento
Vão brilhar, depois apagar irão
Chorei as lágrimas correndo como nos cristais
Fogo dos vitrais pagãos
Não é solidão
Amar e desejar a vida que não deu as mãos
Mas vai dentro da gente
Como explosão no ar, como um furacão no mar
De repente você voltou assim
Eu preciso mais, eu preciso?
Eu preciso mais, eu preciso?  (Skank)
01) Retire, da primeira estrofe, um desvio gramatical, desfazendo-o e explicando:

02) Transcreva da canção um exemplo de antítese:

03) Existe algum exemplo de hipérbole na letra de música? Se sim, copie e explique seu raciocínio:

04) O poeta  usou  um  recurso  muito usado para dar melodia à poesia:  repetição de consoantes...  Onde podemos encontrar este recurso  (figura de linguagem)?  E que nome é dado a ele(a)?

05) Qual a relação entre o título e o corpo do texto?  Que outro título você daria a este texto?

06) “Amar e desejar a vida que não deu as mãos”. Em sua opinião, quando a vida não está nas mãos? Explique:

07) Destaque da canção todas as comparações, dizendo  de qual você mais gostou e por quê:

08) Indique quantos fonemas e quantas letras há em: TEMPO, PASSOU, CHOREI e BRILHAR:

09) Como o eu lírico se sente na música?

10) Por que no final do texto o eu lírico se questiona  se precisa de mais?

MEUS BONS AMIGOS


Meus bons amigos, onde estão?
Notícias de todos quero saber
Cada um fez sua vida de forma diferente
Às vezes me pergunto: Malditos ou inocentes?
Nossos sonhos, realidades
Todas as vertigens, crueldades
Sobre nossos ombros aprendemos a carregar
Toda a vontade que faz vingar
No bem que fez pra mim
Assim, assim, me fez feliz, assim
O amor sem fim
Não esconde o medo
De ser completo e imperfeito
Meus bons amigos, onde estão?
Notícias de todos quero saber
Sobre nossos ombros aprendemos a carregar
Toda a vontade que faz vingar
No bem que fez pra mim
Assim, assim, me fez feliz, assim
O amor sem fim
Não esconde o medo
De ser completo e imperfeito
O amor sem fim
Não esconde o medo
De ser completo e imperfeito
(Barão Vermelho)

01) Quantas estrofes e quantos versos o texto apresenta?

02) Podemos encontrar nessa canção traços do Barroco, através de uma figura de linguagem característica dessa escola literária. Que figura é essa? Comprove com passagens do texto:

03) O texto possui uma linguagem coloquial e há uma palavra que só deve ser usada na oralidade e não na escrita. Que palavra é essa?

04) Qual é a principal indagação do poeta?

05) Em “Sobre NOSSOS OMBROS aprendemos a carregar” que figura de linguagem o termo em destaque exemplifica? Justifique seu raciocínio:

06) Reescreva o primeiro e o segundo versos na ordem direta:

07) Faça uma lista dos seus grandes amigos e ao lado de cada nome responda a primeira pergunta da letra da música:

08) Use a mesma lista da questão anterior e escreva na frente de cada nome duas características (adjetivos), evitando repeti-los:

09) Diga como você entendeu o questionamento do eu-lírico quando diz “Malditos ou inocentes?”:

10) Qual o sentido da palavra VINGAR, no oitavo verso?

11) O texto foi escrito em que pessoa? Justifique sua resposta:

12) Quem é o eu-lírico do texto? Como ele se sente? Quem são seus interlocutores?

13) Retire do texto um exemplo de antítese:

14) Qual o conceito da palavra AMIGO para você?

15) “O homem pode orgulhar-se de ter muitos amigos , mas há amigo mais chegado do que um irmão”. Você concorda ou não com essa afirmação? Explique:

16) O título está de acordo com o que diz a canção? Que outro título você daria?

17) Copie do texto um exemplo de vocativo:



                   DANDARA                                                                                
Ela tem nome de mulher guerreira
E se veste de um jeito que só ela
Ela vive entre o aqui e o alheio
As meninas não gostam muito dela

Ela tem um tribal n tornozelo
E na nuca adormece uma serpente
O que faz ela ser quase um segredo
É o ser ela assim, tão transparente

Ela é livre e ser livre a faz brilhar
Ela é filha da terra, céu e mar
Dandara

Ela faz mechas claras nos cabelos
E caminha na areia pelo raso
Eu procuro saber os seus roteiros
Pra fingir que a encontro por acaso

Ela fala num celular vermelho
Com amigos e com seu namorado
Ela tem perto dela o mundo inteiro
E à volta outro mundo, admirado

Ela é livre e ser livre a faz brilhar
Ela é filha da terra, céu e mar
Dandara
(Ivan Lins e Francisco Bosco)

01) Destaque da música o verso que mais lhe chamou a atenção,  explicando o porquê:

02) Caracterize com, no mínimo, 05 adjetivos, a Dandara:

03) Por que será que as meninas não gostam dela?

04) Interprete o verso “Ela vive entre o aqui e o alheio”:

05) Ilustre toda a música, aproveitando todos os detalhes fornecidos:

06) Retire do texto cinco palavras com dígrafo:

07) Explique o verso: “E na nuca adormece uma serpente”:

08) Seguindo a caracterização da personagem, faça um desenho que a represente:

09) Imagine um diálogo entre o eu-lírico e a personagem (Dandara) num provável encontro. Como seria?

10) Que tipo de sentimento o eu-lírico sente por Dandara? Comprove com trechos da canção:

11) Dandara é o nome da mulher do grande guerreiro Zumbi dos Palmares, descendente de ex-escravos do reino de Daomé, onde se falava a língua iorubá. Você acha que a Dandara da canção é a mesma que fora a mulher de Zumbi? Por quê?

12) Explique o que entende com os versos:"O que faz ela ser quase um segredo/ É o ser ela assim, tão transparente":

13) Identifique, na terceira estrofe, uma antítese, justificando sua resposta:
14) Na quarta estrofe, há quantas orações? Elas são coordenadas ou subordinadas? Classifique-as:

HOMEM-ARANHA

Eu adoro andar no abismo
Numa noite viril de perseguição
Saltando entre os edifícios
Vi você
Em poder de um fugitivo
Que cercado pela polícia
Te fez refém lá nos precipícios
Foi paixão à primeira vista
Me joguei de onde o céu arranha
Te salvando com a minha teia
Prazer, me chamam de Homem-aranha
Seu heroi
Hoje o heroi agüenta o peso
Das compras do mês
No telhado, ajeitando a antena da tevê
Acordado a noite inteira pra ninar bebê
Chega de bandido pra prender
De bala perdida pra deter
Eu tenho uma idéia:
Você na minha teia
Chega de assalto pra impedir,
Seja em Brasília ou aqui
Eu tive a grande idéia:
Você na minha teia
Hoje eu estou nas suas mãos
Nessa sua ingênua sedução
Que me pegou na veia
Eu to na tua teia.  (Jorge Vercilo)
01) Quem são os dois super herois citados na música?

02) Na frase "Eu tô na tua teia", o que significa o termo "tô"? Qual a que classe gramatical dessa palavra?

03) A canção de Jorge Vercilo fala de um personagem tradicional de história em quadrinhos: o Homem-Aranha. Como o personagem é visto na canção?

04) No verso "saltando entre os edifícios". O sentido da expressão grifada é delugar. Copie do texto outro verso que apresenta o mesmo sentido (advérbio de lugar):

05) No final da canção, a "voz" do herói apaixonado declara que teve "uma ideia": "Você na minha teia". Os dois pontos usados após a palavra ideia, na construção do texto, servem para:
(   ) estabelecer condição                       (   ) indicar uma dúvida
(   ) despistar a atenção                         (   ) apresentar um fato.

06) O que é um herói para você? Explique:

07) Qual a intenção do autor ao citar Brasília na última estrofe?

08) O texto se constrói com base em comparações.O que está sendo comparado?

09) Qual o tempo verbal predominante no texto em estudo? Justifique:

10) Transcreva duas ocorrências do uso da linguagem coloquial, e depois passe-as para a linguagem culta:

11) Leia atentamente o trecho:
"Em poder de um fugitivo.  Que cercado pela polícia. Te fez refém lá nos precipícios"
Subentende-se um verbo que está oculto. Que verbo é esse?
(   ) ser; (   )viver; (   ) estar; (   ) parecer ; (   ) ficar

12) A música é composta por duas estrofes, dividindo a vida do herói em antes e depois. Explicite como era antes e como é hoje:

13) A primeira estrofe (o antes) está com o verbo "adoro" no presente. Reescreva-a, colocando-o no Pretérito imperfeito do indicativo e diga que efeito de sentido surgiu:

14) Na primeira parte da música há uma afirmação: o homem-aranha é o herói. Na segunda parte, a pessoa continua afirmando ser herói, porém de uma maneira diferente. Qual a diferença (ou semelhança) desses "dois heróis"?